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STYGMATA: Gibson Flying V

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Fonte de inspiração para muitas bandas, a COVID conduz Kathie Jarra e os seus Stygmata a um cenário apocalíptico que serve de mote ao novo álbum de estúdio da banda de power metal, The Harbinger. A compositora fala à Guitarrista sobre o casamento perfeito entre a sua Gibson Flying V e os amplificadores com selo da Marshall.

Guitarra: «Bem, quem é que não adora uma Gibson Flying V? A forma é a minha característica favorita e o mogno é uma madeira realmente boa, com fingerboard em rosewood e potenciómetros rápidos! A sério, fiquei convencida através do Michael Schenker e, claro, pelos Accept e K.K. Downing, e jamais voltei atrás. De momento tenho quatro guitarras V, todas Gibson.»

Amplificação: «Uso o mesmo tanto em estúdio como ao vivo. Sou da velha-guarda, pelo que tenho um Marshall JCM2000 Triple Lead Head de 100 watts e cabs Marshall. As colunas são modelos Celestion G12t-75 de 300 watts e recebem uma configuração 4×12″. No entanto, tudo isto foi configurado há muitos anos em Phoenix pelo técnico dos Flotsam & Jetsam, pelo que é uma autêntica besta! Adoro tocar muito alto com este amplificador e com a minha V, que se encontra equipada com humbuckers EMG e fornece um golpe intenso, repleto de bons timbres preenchidos de grandes dinâmicas e ondulações. Funcionam muito bem em conjunto, na minha opinião. Um casamento muito bonito entre a Flying V e a Marshall.»

Efeitos: «Uma vez mais a tradição vem ao de cima pois adoro amps a válvulas e não sou fã de sonoridades processadas. Para mim trata-se de unir a madeira e os pickups ao amplificador e este amp não precisa de muitos brinquedos, ainda assim gosto de usar um pedal Boss Chorus. Também já brinquei com um Tube Screamer e alguns pedais de death metal (risos)… Contudo não é preciso muito para produzir um bom som. O timbre resulta da madeira e o amplificador é a fundação da sonoridade.»