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Steve Stafford: USA Dean V

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Steve Stafford é dono de um projecto musical instrumental cuja missão passa por compor riffs pesados que caminhem lado a lado com grandes harmonias e solos para manter acesa a chama da música instrumental.

Guitarra: «Adoro o perfil soft-V do braço! Nunca toquei com uma guitarra tão confortável quanto esta e que me permitisse expressar aquilo que vem de dentro de mim com uma guitarra. Todas as minhas V’s adoptam um design string-through body e são equipadas com um Seymour Duncan Jupiter na posição da ponte (um pickup magnífico!) e um DMT Lights Out ou um Bare Knuckles Abraxas no braço. Uso cordas D’Addario 10-46 NYXL e palhetas Jim Dunlop Jazz III XL.»

Amplificação: «O meu amplificador principal é um Friedman BE-100 que uso a par com uma unidade Fractal FM3, que é simplesmente maravilhosa! O BE-100 proporciona uma experiência divertida e inspira-me a tocar sem parar! Consigo obter desde uma sonoridade limpa até um timbre mais sujo e sólido, sem esquecer a loucura total do metal que retém toda a clareza. Adoro ouvir todas as cordas nos acordes, algo que é possível com a unidade da Friedman. É um amp muito dinâmico. Já o Fractal cobre tudo, desde amps Marshall, Fender, MESA, Soldano… a lista continua. É verdadeiramente um equipamento mágico! Tudo o que possa dizer não será suficiente para descrever esta unidade. Super fácil de usar e os timbres estão lá, e isto vem de alguém que costumava ser um snob do timbre analógico! [risos]»

Efeitos: «A minha abordagem ao timbre é simples. Procuro sempre um timbre corpulento com uma sonoridade gorda e overdrive para os leads. Gosto de colocar um booster Xotic EP na frente da cadeia de sinal para lhe dar um soco mais sumarento. Com um álbum e três novos singles, não tive realmente a oportunidade de utilizar um monte de efeitos no estúdio. É basicamente “carne e batatas”, como dizemos no Texas, com um bom delay para os solos acompanhado de um pouco de reverb. Gosto que o próprio amp consiga proporcionar um som com uma boa dentada mas quando preciso de algo mais não há nada que funcione melhor do que o pedal JHS AT+. É mesmo muito bom! Para os delays, uso um Strymon El Capistan (tape delay analógico) ou um Strymon DIG (delay digital). Também uso a reedição do MXR Phase 90 e um phaser MXR EVH, que são ambos bons pedais. No entanto, apesar de todo este equipamento, o meu som resulta das minhas mãos e daquilo que ouço directamente na minha cabeça, que é influenciado por todos os grandes guitarristas que moldaram o meu estilo musical. Procuro incluir o meu próprio selo nesta mistura de influências, que são bastantes, e compor música que seja honesta para com a minha alma e coração.»