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Objector: Jackson KV2

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Depois de Social Intolerance (2018), os thrash metallers belgas Objector preparam o seu novo longa-duração, podendo já avançar que se inspira nas actuais hostilidades que o mundo enfrenta. E claro, não restam dúvidas quanto à sonoridade: thrash! O guitarrista Bock fala-nos do seu equipamento, liderado por uma Jackson KV2 e pela monstruosidade que são as unidades ENGL.

Guitarra: «Corpo em alder Made in USA, fretboard em ébano e Floyd Rose Original. A guitarra em equipada com um conjunto de pickups EMG Gary Holt (81 na posição da ponte e 89R na posição do braço). Adoro a Floyd Rose, pois é muito estável e permite-me fazer todo o tipo de dives e pullups sem desafinar. É também em formato V, que é para mim o melhor formato de guitarra do planeta.»

Amplificação: «Toco com um Axe Fx2 tanto em estúdio como ao vivo. Consigo obter a mesma sonoridade com o Axe FX quando pratico ou componho no meu pequeno estúdio, ou ensaio ou toco ao vivo. Ao vivo também uso uma cabeça ENGL 412 V30 e para as gravações sirvo-me de um modelo IR na veia do Axe Fx criado pela Ownhammer.»

Efeitos: «Creio não ser a única pessoa à procura do timbre perfeito apenas para descobrir que já o encontrei. Costumava tocar com um MXR Carbon Copy para o delay (usava até mesmo duas unidades com configurações diferentes), mas desde que adquiri o Axe Fx deixei de ter necessidade de usar mais pedais de efeitos pois tudo aquilo de que preciso encontra-se lá. Tenho sim um pedal de expressão para o Wah-Wah, baseado num Morley, e um controlador de midi Airstep para o boost, delay e reverb. A minha sonoridade é inspirada no ENGL Powerball, algo com o qual simplesmente não podes errar pois seja o que for que escolhas vai soar bem.»