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Mario Rossi Band: Gibson SG Supreme

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O guitarrista que dá nome à Mario Rossi Band fala sobre a profunda conversa entre blues e rock’n’roll que podemos ouvir em I Could Be Good For You Now, assim como das influências que o levaram a escolher o equipamento com que cria a sua magia na estrada e em estúdio.

Guitarra: «Esta guitarra atende vários critérios que sempre procurei. Tem o som muito clássico da Gibson e muito forte. Adoro os captadores P90 nesse modelo, que é mais pesado do que uma SG Standard, o que a deixa com uma característica muito única, muito sólida.»

Amplificação: «Neste novo álbum usei uma variedade de amps e de guitarras, algo que não faço habitualmente. Gosto de deixar o álbum todo com a mesma sonoridade, como fiz nos dois anteriores. A minha preferência são sempre amplificadores Marshall com colunas Celestion Greenback. Em estúdio gosto dos meus 2061x, 1974x, Mini Silver Jubilee e do Epiphone Valve Jr. Ao vivo o combo Marshall JTM45, o lendário Bluesbreaker.»

Efeitos: «Sempre gostei do estilo plugue e toque de guitarristas como Alvin Lee, Chuck Berry… Não sou grande fã de efeitos e nos álbuns tem no máximo um reverb para além do drive. Mas gosto muito do Boss Blues Driver, é o meu pedal favorito, muito versátil e com um timbre que adoro. Quando não é possível aumentar bem o amp para distorcer naturalmente é ele que dá o timbre. O meu som vem muito do Clapton com John Mayall, Cream, Hendrix e Alvin Lee. Essa combinação pura e crua de uma Gibson e um Marshall clássico.»