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[GEAR] Toward The Throne: ESP E-II M-II & ESP E-II Horizon-III

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Os Toward The Throne apresentam o seu álbum de estreia Vowed to Decline três anos depois de um trabalho intenso que permitiu à banda francesa alargar os seus horizontes musicais para assim crescer e construir uma obra dotada de uma visão muito própria daquilo que entendem por metal.

Guitarra
Fabrice Zuchowicz: «Em primeiro lugar, a ESP E-II M-II é uma guitarra extremamente bem desenhada e tenho a sorte de poder ter uma com acabamento em Black/Turquoise burst com corpo em mogno combinado com um maravilhoso braço e fingerboard em maple que confere ao instrumento um visual único. O trunfo desta guitarra é realmente o braço, que providencia muito conforto ao tocar. Para mim é a característica mais importante de uma guitarra, que não pode ser escondida por bons pickups ou hardware e que depende directamente da qualidade do trabalho.»

Jérémy Binsinger: «A minha E-II Horizon-III é uma guitarra esplêndida que mistura um visual negro com hardware moderno e uma forma criativa que combina perfeitamente com a minha percepção musical no geral. Adoro o fingerboard em ébano combinado com o braço com perfil U-fino, que me permite tocar de uma forma suave e rítmica durante as partes mais técnicas como os solos.»

Amplificação
Fabrice Zuchowicz: «Já há alguns anos que toco com uma cabeça Victory VX Kraken. Gosto da sua simplicidade e do som preciso e afiado que consigo obter facilmente e do qual necessito enquanto guitarrista ritmo. Na realidade, tocamos dois tons abaixos e o meu Victory VX Kraken tem a opção Bass Focus que me ajuda a definir as frequências dos graves. Para além disso, os pickups Bare Knuckle Aftermath da minha ESP E-II M-II são o complemento perfeito para extrair a sonoridade que podem ouvir.»

Jérémy Binsinger: «Não é muito habitual na cena metal actual mas adoro tocar com amps da Hughes & Kettner. Tenho uma cabeça Grandmeister 36 que é muito versátil e dá.me acesso a uma infinidade de possibilidades de novos sons de guitarra, e combina perfeitamente com a minha ESP E-II Horizon-III e os pickups Seymour Duncan. É muito útil em estúdio durante as fases de composição mas também ao vivo, pois é sempre fácil de obter o timbre que eu quero. Quero também acrescentar que os neons azuis são muito sexy!»

Efeitos
Fabrice Zuchowicz: «Enquanto guitarrista ritmo, a minha abordagem ao timbre é simples: procuro sempre atingir um som de guitarra limpo, preciso e poderoso que combine com o timbre do baixo. Já experimentei diferentes marcas de amplificadores até chegar à Victory, que satisfaz perfeitamente as minhas necessidades. Depois, uso uma pedalboard pequena mas eficiente que consiste de um tuner, um pedal overdrive para tornar o som mais efectivo e o famoso noisegate ISP Decimator.»

Jérémy Binsinger: «Procuro um timbre moderno e que defina a minha posição de guitarrista principal de uma banda de metal em que tenha que trabalhar os ritmos mas também os solos. A unidade Hughes & Keetner que uso é dotada de um monte de efeitos como Flanger, Phaser, Reverb, Delay, etc, e a maioria destes efeitos são usados nos leads para os elevar para a zona frontal do mix e adicionar uma cor única à sonoridade. A minha pedalboard inclui um tuner, um compressor para as partes limpas, um Horizon Precision Drive que torna o meu timbre rítmico mais afiado, um EQ de 10 bandas Joyo que se adequa a todas as situações ao vivo e um TC Electronic Sentry Noisegate. Tudo isto é o resultado de anos de trabalho a tentar encontrar um timbre que reflita a música dos Toward The Throne e que me permita expressar a minha individualidade na guitarra.»