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Frostmorner: Jackson RRXT24-7 (Custom)

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O rosto por detrás da identidade musical do trio italiano de death metal Frostmorner fala à Guitarrista sobre a guitarra e as unidades de efeitos e amplificação que dão vida a temas como The Seventh Crown (ouvir no final do artigo).

Guitarra: «A minha guitarra foi completamente modificada para servir as minhas necessidades musicais e o meu sentido de estética. Como podem ver pela fotografia, removi o pickup do braço e instalei um pickup personalizado com um símbolo interessante… Quanto ao pickup da ponte, trata-se de um Seymour Duncan Nazgul, com função coil-split, pois gosto dos arpeggios e da sonoridade aberta e brilhante que sai de lá. Para a estabilidade da afinação uso unidades Grover Locking Tuners e uma ponte TonePro TP7-G para uma entonação perfeita. Instalei também um botão que deveria actuar como killswitch mas nunca cheguei a fazer a ligação. [risos] Utilizo cordas D’Addario 09-54 e 10-59 NYXL quando necessário, que na minha opinião, depois de anos de ensaios, são as melhores. Todo o hardware adopta um estilo vintage não por uma questão de moda mas para lhe dar um toque mais antigo. Quanto ao formato, adoro o tipo V pois é muito confortável de se tocar mesmo tendo sete cordas, permitindo-me chegar a vários estilos musicais. Para além disso, enquanto fã de Alexi Laiho, não poderia deixar de ter uma guitarra deste género.»

Amplificação & Efeitos: «A sonoridade que pratico tem muitos elementos mas consiste maioritariamente em death metal. Como head, adoro o Peavey 5150, que uso a par com uma coluna ENGL com três microfones SM57, R121 e MD421, tudo porque apenas um não chega! [risos] Quanto aos efeitos principais, sirvo-me de um Boss HM-2; o verdadeiro e não um digital. Também recorro muito a efeitos de chorus. Como cheguei a isto? Adoro o som do Eddie Van Halen e adoro death metal, pelo que procurei combinar os dois. A minha escolha assenta igualmente numa unidade Line 6 Helix LT pois ao gravar consigo obter resultados profissionais tanto em casa como em estúdio. Sei bem que há quem diga que o analógico é melhor e tudo o mais, mas posso dizer algo quanto a isso? Quem é que quer saber? O mais importante é fazer com que estas guitarras gritem! [risos]»