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Cruciatus Infernalis: Yamaha EG 112

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O austríaco H. Daemonenwacht empresta um grande conjunto de talentos aos seus Cruciatus Infernalis, responsabilizando-se pelas guitarras, bateria, baixo, sintetizadores e voz. Depois de fecharem 2021 com Untot, aquela que é a segunda parte de uma trilogia sónica, o músico fala à Guitarrista sobre a sua guitarra de eleição, uma Yamaha EG 112, e o equipamento de que se serve para produzir a sonoridade maléfica da banda.

Guitarra: «A minha guitarra apresenta uma configuração HSS, com dois potenciómetros para tone e volume e uma barra whammy. É uma solid body feita de alder com braço serrado em maple. Tenho que admitir que, para mim, o destaque absoluto desta guitarra é o facto de necessitar de muito power para fazer as notas soarem limpas, o que me permite expressar a agressividade na minha música melhor ainda.»

Amplificação: «De momento só uso amplificadores de modelação digital. Para a secção rítmica uso o Hellbeast e para os solos um Sigma Amp. Tudo o resto é executado com o simulador TrveCab. Uma vez que é tudo desenvolvido digitalmente, posso adaptar o som às paisagens sonoras que as músicas exigem, o que é especialmente importante quando se tratam de temas que recorrem muito ao uso de sintetizadores. A parte orquestral é sempre escrita e executada primeiro, pelo que as guitarras necessitam de preencher os buracos sonoros existentes.»

Efeitos: «O toque final é conseguido através de um sintetizador vintage da Yamaha, baseado nas unidades da década de 1980. Tal faz com que a guitarra se pareça com uma parede sonora, importante para os temas mais pesados e para o ambiente que os temas procuram representar.»

O tema-título do EP pode ser ouvido na compilação que acompanha a edição de Janeiro da Guitarrista, à venda nesta ligação.

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