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[GEAR] Andreas Diehlmann Band: Fender CS 60s Strat

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A promover Them Chains, o sexto álbum em apenas cinco anos, Andreas Diehlmann partilha com a Guitarrista o equipamento que dá voz a um vasto território de blues, rock e algum fuzz!

Guitarra: «É uma Stratocaster Custom Shop dos anos 1960 com pickups output vintage (Fender CS 60/63), raio composto de 9.5″, trastes jumbo e, o mais importante, um peso muito leve. O segundo potenciómetro de volume está conectado ao pickup da ponte.»

Amplificação: «Devido ao peso, o meu amp para os concertos ao vivo é um Friedman Small Box 50 Top com um cab Marshall 4×12 com Greenbacks de 25W. Em estúdio sirvo-me maioritariamente de um Marshall 100W Plexi (um YJM100 de assinatura de Yngwie Malmsteen mas não uso nenhum dos efeitos do amp além da opção de master volume), que conjugo igualmente com a mesma 4×12 Greenback Marshall Box. Ambos os amps soam quase limpos com a Strat crunchy com uma Les Paul. Gosto do som cru do Plexi, que é muito focado devido ao pouco overdrive que produz, mesmo quando está no máximo! Este tipo de amps ao estilo Plexi também combinam muito bem com pedais embora sejam difíceis de se tocar.»

Efeitos: «Uso muitos poucos efeitos. Recorro a um Xotic RC Boost para nivelar a Strat e a Les Paul, um Xotic AC Boost para o som dos solos, que é um pedal ao estilo do Tube Screamer, e para as coisas ao estilo do Hendrix recorro a um Keeley Monterey, principalmente para o fuzz. Tenho também um Colorsound Wah do início da década de 1970, que é o melhor tipo de Wah que podes encontrar pois tem uma gama de controlos muito ampla e a sonoridade que produz é muito limpa e consegue um bom overdrive. No fim da minha cadeia de sinal encontra-se um Strymon Flint para providenciar algum reverb e tremolo nas partes mais blues. Geralmente procuro obter uma sonoridade mais na onda do rock do início dos anos 70, como ZZ Top, AC/DC, às vezes algum Hendrix, com baixo ganho, pois a nossa música pede para que tudo saia de forma simples.»